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8 de fevereiro de 2018

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20).

Portas!
Existem muitas portas. Grandes, pequenas, largas, estreitas, simples, novas, velhas, sofisticadas, eletrônicas, abertas por computador. Há portas que se abrem com uma simples chave, comum. Há portas que só se abrem, mediante a digitação de um número, um código de acesso. Uma senha, ou “pass-word”, na linguagem técnica dos computadores. Há, ainda, as mais sofisticadas, que se abrem mediante a colocação da impressão digital num sensor, ou, mais complexas ainda, que se abrem, ao se colocar o olho diante de uma câmera, que identifica a íris do olho. Isso não é ficção. Já é realidade.

Uma porta é sempre uma porta. Ela sugere a entrada que dá acesso a algum lugar. E permite a saída, também. Porta também significa, tipologicamente, solução para alguma coisa. Quantas vezes, ouvimos alguém, orando a Deus, ou pedindo orações para que Ele abra uma porta. É o anseio do coração para ter a solução de um problema.

Mas existe uma porta, que é muito complexa. Diante dela, o Senhor Jesus diz, no Apocalipse:“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20). Essa porta é a mais complicada de todas as portas que há no mundo. Na maioria das pessoas, na Terra, ela não se abre com facilidade para Deus. Ela quase sempre está fechada para Jesus. No texto citado, Jesus se dirigia à igreja de Laodicéia, a igreja morna, que tinha a fachada de rica, próspera, mas, para Deus, não passava de “miserável, pobre, cega e nua”. Mas a porta dela estava fechada para Jesus. O Senhor, o bondoso nazareno, o Salvador, o Cristo que morreu na Cruz do Calvário, estava do lado de fora, batendo, batendo. Sem ser atendido.
 
Certa estória, em forma de crônica, conta que um famoso pintor, convidou as autoridades, e o povo em geral, para assistir à exposição de seu mais famoso quadro. A peça artística estava coberta com um pano de veludo. As pessoas aguardavam, ansiosas, o descerramento da cobertura, para poderem apreciar a tão falada obra de arte.

O pintor, saudado com palmas, puxou o pano, e apareceu o belo quadro, que representava Jesus, diante de uma porta, batendo, desejando falar com alguém que estava na casa. O quadro era espetacular. A imagem de Jesus parecia estar viva. Todos aplaudiram vivamente a obra do artista. Mas, de repente, um observador, curioso, levantou a voz, e disse que estava faltando algo, no quadro. Precisamente, na porta da casa, que compunha a pintura.

O pintor indagou o que seria, e o espectador disse que faltava uma fechadura, na porta. Como se poderia abrir, se a porta não tinha a fechadura? Então, o pintor, com calma, explicou para todos. “Acontece que, no meu quadro, essa porta representa o coração do homem. Só tem a chave, e só pode ser aberto, por dentro”.

Deus tem o poder de abrir qualquer porta. Diz a Bíblia que, à igreja de Filadélfia, o Senhor Jesus disse: “sou …. o que abre, e ninguém fecha, e fecha, e ninguém abre” (Ap 3.7). No entretanto, em relação à porta do coração, Jesus é muito gentil. Ele bate. E espera. Poderia fazer uso de sua onipotência, e arrombar qualquer porta do mais duro e empedernido coração humano. Mas, não. Ele não o faz. Ele bate, e espera. Bate, e espera. Muitas vezes. Esperando ouvir, de dentro, a voz do interior da alma do homem, disposto a abrir-lhe a porta.

Diante do bater de Jesus, ante a porta do coração. Há dois tipos de pessoas. As que abrem. E as que não abrem. As que ouvem a voz do Mestre, Salvador, E as que, sabendo que é Ele, o deixam bater, e bater, sem ao menos dar-lhe um pouco de atenção. Mas, aos que abrem a porta do coração para Jesus, ele diz: “se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20b). Que maravilha! Receber Jesus, e tê-lo como convidado de honra, ceando em sua casa. É o salvo! O que aceita a Cristo, e vai morar com Ele no céu. Quem não abre a porta, permitindo Jesus entrar, é perdido, ingrato para com Deus. Prefere cear com o pecado, com o diabo, com o mundo, com a carne. E irá para a perdição eterna. E você, abriu o seu coração para Jesus?


Música

Toc, toc, toc
Alguém me bate a porta
toc, toc, toc,
Alguém deseja entrar
É o mal querendo um lugarzinho
não não não, você não pode entrar

Toc, toc, toc
Alguém me bate a porta
toc, toc, toc
Alguém deseja entrar
é Jesus querendo a casa toda
sim senhor! oh! vem em mim morar

DINÂMICAS:
O QUE MUDOU?
Palavra de Deus: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouve a minha voz e abre aporta cearei com ele e ele comigo”(Ap 3,20)
Idade: todas as idades
Objetivo: perceber que a fé ou se transforma em atitudes ou nunca foi fé.
Dinâmica:
1-Escolher dois participantes para serem observadoras.
2-Um participante sai da sala e o grupo irá trocar três coisas no participante que ficou (ex. óculos, brincos, tênis, meia, boné, bijuterias, etc.)
3-O participante volta para a sala e tentará descobrir o que foi trocado;
4-O grupo irá dar dicas. Quando forem apontadas as três diferenças escolher outra dupla e reiniciar a dinâmica.
Final: Conversão é transformação, mudar de rumo. A conversão deve ser notada por todos ou não houve transformação. Conversão é ouvir Jesus e abrir a porta do coração para cear com Ele. Cear é partilhar a vida e os sonhos.



Atividade:
ESTÁTUA 
1º passo: ler a Palavra de Deus e partilhar
2º passo: experimentar- “Feche seus olhos e imagine Jesus batendo na sua porta. Como você reagiria? Faça um gesto para expressar este sentimento (ex: ficar de joelhos, ou abraçar Jesus, ou fingir abrir uma porta, ou sorrir indo ao encontro...) e congele este gesto permanecendo com o se fosse uma estátua”.
3º passo: reunir grupos- manter o gesto. Manter o gesto e abri os olhos, ver todas as estátuas e depois de fazer um grupo com aquelas estátuas parecidas com a sua (ou que expressaram o mesmo sentimento)
4º passo: montar uma cena para expressar todos os sentimentos do grupo durante uma ceia com Jesus;
5º passo: apresentar para os outros grupos.

6º passo: partilhar a experiência.





Fonte imagem:http://www.amiguinhosdedeus.com/2017/11/arte-tema-da-rcc-brasil-2018-desenho.html

Fonte Texto e Dinâmicas: Blog Catequese

31 de janeiro de 2017

Beata Elena Guerra: “Apóstola do Espírito Santo”


 Elena Guerra nasceu em Lucca (Itália), no dia 23 de Junho de 1835. Viveu e cresceu em um clima familiar profundamente religioso. Durante uma longa enfermidade, se dedica à meditação da Palavra de Deus e ao estudo dos Padres da Igreja, o que determina seu orientamento da vida interior e de seu apostolado; primeiro na Associação das Amigas Espirituais, idealizada por ela mesma para promover entre as jovens a amizade em seu sentido cristão, e depois nas Filhas de Maria.
         Em Abril de 1870, Elena participa de uma peregrinação pascal em Roma juntamente com seu pai, Antônio. Entre outros momentos marcantes, a visita às Catacumbas dos Mártires confirmam nela o desejo pela vida consagrada. Em 24 de Abril, assiste na Basílica de São Pedro a terceira sessão conciliar do Vaticano I, na qual vinha aprovada a Constituição “Dei Filius” sobre a Fé. A visita ao Papa Pio IX a comove de tal maneira que depois de algumas semanas, já em Lucca, no dia 23 de Junho, faz a oferta de toda a sua vida pelo Papa.
         No ano de 1871, depois de uma grande noite escura, seguida de graças místicas particulares, Elena com um grupo de Amigas Espirituais e Filhas de Maria, dá início a uma nova experiência de vida religiosa comunitária, que em 1882 culminará na fundação da Congregação das Irmãs de Santa Zita, dedicada a educação cultural e religiosa da juventude. É neste período que Santa Gemma Galgani se tornará “sua aluna predileta”.
         Em 1886, Elena sente o primeiro apelo interior a trabalhar de alguma forma para divulgar a Devoção ao Espírito Santo na Igreja. Para isto, escreve secretamente muitas vezes ao Papa Leão XIII, exortando-o a convidar “os cristãos modernos” a redescobrirem a vida segundo o Espírito; e o Papa, amavelmente solicitado pela mística Luquese, dirige à toda Igreja alguns documentos, que são como uma introdução a vida segundo o Espírito e que podem ser considerados também como o início do “retorno ao Espírito Santo” dos tempos atuais: A breve “Provida Matris Charitate” de 1895; a Encíclica “Divinum Illud Munus” em 1897 e a carta aos bispos “Ad fovendum in christiano populo”, de 1902.
         Em Outubro de 1897, Elena é recebida em audiência por Leão XIII, que a encoraja a prosseguir o apostolado pela causa do Espírito Santo e autoriza também a sua Congregação a mudar de nome, para melhor qualificar o carisma próprio na Igreja: Oblatas do Espírito Santo.
         Para Elena, a exortação do Papa é uma ordem, e se dedica ainda com maior empenho à causa do Espírito Santo, aprofundando assim, para si e para os outros, o verdadeiro sentido do “retorno ao Espírito Santo”: Será este o mandato da sua Congregação ao mundo.
         Elena, em suas meditações com a Palavra de Deus, é profundamente impressionada e comovida por tudo o que acontece no Cenáculo histórico da Igreja Nascente: Ali, Jesus se oferece como vítima a Deus para a salvação dos homens; ali institui o Sacramento de Amor, a Eucaristia; ali, aparece aos seus discípulos depois da ressurreição e ali, enfim, manda de junto do Pai o Espírito Santo sobre a Igreja Nascente.
         A Igreja é descricao a realizar os Mistérios do Cenáculo, Mistérios permanentes, e, portanto, o Mistério Pascal: A Igreja é, por isto, prolongamento do Cenáculo, e, analogamente, é ela mesma como um Cenáculo Espiritual Permanente.
         É neste Cenáculo do Mistério Pascal, no qual o Senhor Ressuscitado reúne a comunidade sacerdotal real e profética, que também nós, e cada fiél em particular, fomos inseridos pelo Espírito mediante o Batismo e a Crisma, e capacitados a participar da Eucaristia, que é uma assembléia de confirmados, e, portanto, semelhante a primeira comunidade do Cenáculo depois da descida do Espírito Santo. É nesta prospectiva que Elena Guerra concebe e inicia o “Cenáculo Universal” como movimento de oração ao Espírito Santo.
         Elena morreu no dia 11 de Abril de 1914, sábado santo, com o grande desejo no coração de ver “os cristãos modernos” tomando consciência da presença e da ação do Espírito Santo em suas vidas, condição indispensável para um verdadeiro “renovamento da face da terra”.
         Elevada à honra dos altares em 26 de Abril de 1959, justamente o Papa a definiu “Apóstola do Espírito Santo dos tempos modernos”, assim como Santa Maria Madalena foi a apóstola da Ressurreição e Santa Maria Margarida Alacoque a apóstola do Sagrado Coração.
         O carisma profético de Elena é ainda atual, visto que a única necessidade da Igreja e do Mundo é a renovação contínua de um perene e “Novo Pentecostes” que por fim “renove a face da terra”.  (Elena Guerra) 
Para conhecer mais sobre a vida e obra de Elena Guerra recomendamos:
Escritos de Fogo!

Fonte: RCC Brasil

Atividades Para Colorir - Beata Eleninha em: Agradar a Deus 

Acesse:

http://ieadrccbrasil.com.br/components/com_downloads/files/downloads_arquivo/a-turma-da-beata-eleninha.pdf



8 de fevereiro de 2016

Atividade Jesus Misericordioso

Criação: Ministério para Crianças - Brasília / Distrito Federal


 “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso”. 
Lc. 6,36 





Materiais:
1 – 2 Rolos de papel higiênico;
2 – Cola;
3 – Tesoura;
4 – Lápis de cor ou giz de cera;
5 – Cola glitter perolado para os raios;
6 – Cópias dos desenhos;
7 – Passagem bíblica utilizada: “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso”. (Lc. 6,36).

A oficina foi feita logo após a pregação.

1º Passo: Imprima os desenhos de acordo com o tamanho dos rolos (a cabeça deve passar do rolo)


2º Passo: Pinte os desenhos antes de cortar


3º Passo: Recorte somente nas linhas tracejadas.



OBS.: Cortar os braços de Jesus somente até os traços.


4º Passo: Passar a cola glitter nos raios, espalhe com o dedo.

 


5º Passo: Colar os desenhos nos rolos


OBS.: O rolo que será colocado o desenho da criança terá que fazer  modificação na espessura e na altura do rolo.





Está quase pronto!


6º Passo: Colar os dois rolos e colar o braço de Jesus no ombro da criança.

 


Agora sim! Está pronto!


Para imprimir:


18 de janeiro de 2016

Comissão disponibiliza subsídio da CFE 2016 com atividades para crianças

O roteiro de atividades está disponível para download
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 terá início na Quarta-feira de Cinzas, 10 de fevereiro, e prosseguirá até o Domingo de Ramos, 20 de março. A reflexão central da CEF traz como tema “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24).
Este ano, a Campanha da Fraternidade é realizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).  A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si, visando debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos. 
Materiais
Com o objetivo de auxiliar as comunidades na vivência da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 (CFE), a Comissão Organizadora elaborou diversos materiais de apoio. São oferecidos o manual, Texto Base, Círculos Bíblicos, Encontros Catequéticos para crianças e adolescentes, Encontros para jovens do Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, Encontros para Famílias e Via-Sacra Ecumênicas, além de Vigílias e celebração da misericórdia. 
roteiro de “Atividades para crianças” está disponível gratuitamente para download, contendo sugestões de encontros de evangelização. De acordo com a Comissão, a reflexão sobre o saneamento básico, também, deve ser estimulada entre as crianças. Baixe aqui. 
“Sabemos que se as crianças não forem orientadas e despertadas para o cuidado com a criação pouca esperança teremos. Cabe a nós ensiná-las a amar e cuidar da nossa Casa Comum”. 
Os demais subsídios podem ser adquiridos nas Edições CNBB, por meio do site: www.edicoescnbb.com.br 
Baixe, também, outros materiais da Campanha da Fraternidade Ecumênica. Clique aqui ou acesse: campanhas.cnbb.org.br
Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17964:comissao-disponibiliza-subsidio-da-cfe-2016-com-atividades-para-criancas&catid=114&Itemid=106