Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens

21 de março de 2017


Como acontece o desenvolvimento psíquico da 

criança?



O desenvolvimento psíquico da criança é iniciado já no ventre materno, por isso é preciso que os pais lhe transmitam afeto

Sabemos que a gravidez é um acontecimento marcante para a vida conjugal. Diante
disso, quando um casal não está maduro – psicologicamente falando – para tal
realidade, o que isso pode acarretar no desenvolvimento da criança ainda no ventre
materno e após o seu nascimento?
É preciso, primeiro, entender o que significa um casal que ainda não está
psicologicamente “maduro”. Podemos ver que, muitas vezes, uma mãe e um pai que
não tenham se preparado adequadamente para esse momento de ter um filho, podem
 rejeitar essa criança. Esses pais podem apresentar reações que funcionam para a
criança como se fosse uma rejeição; e isso pode ocorrer já no começo da gravidez,
porque, desde o início, a criança já tem uma vida psíquica. Quanto mais a criança se
 sente rejeitada no ventre materno, tanto mais ela vai sendo afetada na continuidade
 de sua gestação de forma tranquila. Essa é uma das principais consequências dessa
imaturidade.
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Qual o papel da mãe nos primeiros anos de vida da criança?

De início, a mãe é tudo. Ela é o “ambiente” da criança. Acima de tudo, é importante
avaliarmos que a criança não tem noção da separação entre ela e a mãe nessa fase.
Então, toda a disponibilidade que a mãe tem em atender as necessidades do bebê vai 
dando à criança essa noção de quem ela é. Esse é um processo gradativo, 
principalmente no primeiro semestre de vida do bebê. A mãe é o ambiente, o objeto a
 ser encontrado. É ela quem proporciona o atendimento das necessidades da criança.
 E, à medida que o bebezinho vivencia a satisfação de suas necessidades, ele vai,
 inclusive, desenvolvendo uma confiança nesse ambiente.
A mãe é aquela que, de início, supre as necessidades do bebê. Para isso, a natureza é
muito sábia, pois prepara a mãe, durante a gestação, para que ela tenha essa adaptação
absoluta para atender a necessidade do bebê. Nisso, a natureza demonstra sua soberania,
 pois prepara essa mãe para esquecer-se de si mesma e devotar-se totalmente ao bebê
que ela está gerando. Isso lhe proporciona conhecer seu bebê,  descobrir qual é a
necessidade dessa criança. Portanto, a mãe é o “mundo inicial” de seu filho.

Como o pai deve agir no processo inicial de desenvolvimento da criança?

É muito interessante observarmos que a criança não tem separação de quem ela é, quem
 é o mundo, quem é a mãe, quem é o pai. Porque, de início, ela [a criança] é “um”, é
somente ela. Com isso, o pai estará diretamente implícito na figura da mãe. Ele tem a
importância de ser suporte emocional para mãe, porque, se a mãe se devota inteiramente
 ao seu bebê, ela necessita também ser sustentada emocionalmente por esse esposo.
O homem precisa ter essa consciência de que é o suporte. O bebê vai perceber que o pai
 é uma pessoa diferenciada da mãe no fim do seu primeiro ano de vida. Mas o pai está,
desde o início, fazendo parte desse ambiente da criança, ele está “unificado” com a mãe
 exatamente para dar o suporte necessário a ela e, indiretamente, ao bebê.
Quando o bebê completa, aproximadamente, o primeiro ano de vida, percebe que é uma
 pessoa e que a mãe é outra. E quando ele começa a fazer essa divisão, percebe o pai
como a primeira pessoa que ele tem o conhecimento de ser uma pessoa inteira. O bebê
 vive esse processo de se diferenciar da mãe e também descobrir essa “terceira pessoa”,
 que é a figura paterna. É uma trindade que vai se formando. O pai tem uma função
prioritária na vida do bebê. O esposo é aquele que gera essa mãe, essa mulher que se
sente “inteira”, sustentada emocionalmente para enfrentar a etapa tão delicada da gravidez.

Construção da personalidade da criança

Eu voltaria até mesmo neste início, que é tão precioso e rico. Pense bem: até então,
a criança é “pura necessidade”. Ela ainda não tem capacidade de agir para conseguir
aquilo de que precisa para atender suas necessidades. Então, ao ter uma mãe que atende
 sua necessidade, o que a criança experimenta? Ela começa a desenvolver a confiança,
que é o “germe da fé”. Ela começa a acreditar que o mundo pode vir ao encontro daquilo
que ela necessita. Eu diria que o desenvolvimento dessa confiabilidade é a base da
esperança, na qual a sua necessidade será atendida.
Paralelo a esse processo, a criança vai percebendo a mãe como uma pessoa diferente dela
. A criança, então, passa a estabelecer uma “troca”, na qual ela se sente realizada naquilo
 que ela pode oferecer de si mesma. Eu diria que essa é a base da moralidade. A criança
tem constantes necessidades. Ela, cada vez mais, “usa” dessa mãe, exige dela. E à
medida que a mãe acolhe esse gesto espontâneo de “troca” que o bebê faz, ou seja, esse
gesto de carinho do bebê, ela faz com que se inicie, ali, o processo de desenvolvimento da
confiança e da capacidade de “dar algo” por parte dela.
A partir do fruto dessa relação de confiança inicial, os pais vão passando seus valores à
 criança. E a criança percebe que aquilo no qual os pais acreditam diz respeito também a
 ela. Dessa forma, vai se estabelecendo o conceito de Deus na vida dessa criança e, mais
 tarde, ela desenvolve uma ideia mais aprimorada do Senhor. Aí começa a base dessa
capacidade de a criança ter fé e confiança.

Reflexos da ausência paterna ou materna

Quando você fala dessa “ausência”, quer dizer essa situação de não ter a mãe ou o pai
 biológico presente, certo? Mas será necessário, de fato – e eu insisto muito neste ponto –,
 que existam pessoas que ocupem essa função materna e paterna. Numa situação de
falecimento, doença ou até mesmo pelas circunstâncias da vida, nas quais há essa
ausência materna ou paterna, é necessário que haja pessoas que consigam suprir esse
cuidado essencial necessitado pela criança. Avós, tios, padrinhos… Enfim, pessoas que –
 com equilíbrio e da maneira certa, com limites adequados para cada tempo – cuidem
dessa criança. Tudo isso com muito amor!
Estamos acostumados a ver muitos pais adotivos que fornecem um referencial de
segurança e carinho, um apoio psicológico – até mais do que muitos pais biológicos –,
 justamente por causa do amor que eles têm, estes pais estão prontos para fornecer o
suporte à criança.
Dra. Telma Maria Jordão Bevilaqua, psicóloga clínica que apresenta importantes aspectos 
sobre o desenvolvimento psíquico infantil.

Fonte: Canção Nova

A preciosa bênção dos pais



A Sagrada Escritura nos alerta sobre a necessidade dessa bênção
Quando eu era criança, estava acostumado a pedir a bênção aos meus pais a 
qualquer hora que saísse ou chegasse em casa. Era um apressado “bênça, pai!”
, bênça, mãe!”,” tão apressado que quase não se ouvia a resposta. Todos nós, 
quando crianças, estávamos tão acostumados a pedir a bênção dos pais que, 
quando saíamos sem ela, parecia-nos que faltava algo à nossa segurança ou 
ao sucesso de nossos planos.… Ao menos quatro vezes por dia eu e meus oito 
irmãos pedíamos a bênção a nossos pais: ao acordarmos, ao irmos para a escola, 
ao voltarmos da escola e ao nos deitarmos.
Hoje, passados os anos, tenho profunda consciência da importância da bênção dos
pais na vida dos filhos. É a Sagrada Escritura que nos alerta sobre a necessidade 
dessa bênção. Toda a Bíblia está repleta de passagens indicando a importância que
Deus dá aos pais na vida dos filhos. Os pais são os cooperadores de Deus na criação
dos filhos e, dessa forma, são também um canal aberto para que a bênção divina
chegue a eles [filhos].
O livro do Deuteronômio registra o quarto mandamento: “”Honra teu pai e tua mãe,
como te mandou o Senhor, para que se prolonguem teus dias e prosperes na terra que
 te deu o Senhor teu Deus”” (Dt 5,16). Dessa forma, o Senhor promete vida longa e
prosperidade àqueles que honram os pais. São Paulo disse que esse é “o primeiro
mandamento acompanhado de uma promessa de Deus” (Ef 6,2).
Os livros dos Provérbios e do Eclesiástico estão cheios de versículos que trazem a
marca da presença dos pais. Eis um deles: “”A bênção paterna fortalece a casa de
seus filhos, a maldição de uma mãe a arrasa até os alicerces”” (Eclo 3,11). Esse
versículo mostra que a bênção dos pais (e também a maldição!) não é simplesmente
uma tradição do passado ou mera formalidade social. Muito mais do que isso, a
Sagrada Escritura nos assegura que a bênção dos pais é algo eficaz e real, isto é,
um meio que Deus escolheu para agraciar os filhos. O Senhor quis outorgar aos pais
 o direito e o poder de fazer a Sua bênção chegar aos filhos. É a forma que Deus usou
 para deixar clara a importância dos genitores. Analisemos estas passagens marcantes:
“Ouvi, meus filhos, os conselhos de vosso pai, segui-os de tal modo que sejais salvos,
pois Deus quis honrar os pais pelos filhos e, cuidadosamente, fortaleceu a autoridade
da mãe sobre eles. Quem honra sua mãe é semelhante àquele que acumula um tesouro.
 Quem honra seu pai achará alegria em seus filhos, será ouvido no dia da oração.
Honra teu pai por teus atos, tuas palavras, tua paciência, a fim de que ele te dê sua
bênção, e que esta permaneça em ti até o teu último dia. Pois um homem adquire glória
 com a honra de seu pai, e um pai sem honra é a vergonha do filho. Como é infame
aquele que abandona seu pai, como é amaldiçoado por Deus aquele que irrita sua mãe!”
 (Eclo 3, 2-3.5-6.9-10.13.18).
Todos esses versículos do capítulo 3 do Eclesiástico mostram claramente a grande
importância que Deus dá aos pais na vida dos filhos e, de modo especial, à bênção
paterna e materna. Infelizmente, muitos pais já não sentem a prerrogativa de que Deus
 lhes deu para educar formar e abençoar os filhos. Muitos já não acreditam no poder da
bênção paterna e nem mesmo ensinam os filhos a pedi-la.
Os pais têm uma missão sagrada na terra, pois deles dependem a geração e a educação
 dos filhos de Deus. Eles são os primeiros mensageiros de Deus na vida dos filhos,
sobre os quais têm o poder de atrair as dádivas divinas. Não importa qual seja a
 idade do filho, ele sempre deve pedir a bênção de seus pais. E também não importa
 se o velho pai é um doutor ou um analfabeto, o filho não deve perder a oportunidade
 de ser abençoado por ele, se possível todos os dias, mesmo já adulto.
Se você ainda tem seus pais (ou apenas um deles) não perca a oportunidade que
Deus lhe dá de lhes beijar as mãos e lhes pedir a bênção, para que Deus o abençoe,
 guiando seus passos e protegendo sua vida. Importa jamais nos esquecermos de
que, enquanto “a bênção paterna fortalece a casa de seus filhos, a maldição de uma
 mãe a arrasa até os alicerces” (Eclo 3,11).
Fonte: Canção Nova

9 de março de 2017


Quaresma Tempo de Perdão


A Quaresma é o tempo que procede e prepara a celebração da Páscoa.
Tempo de escuta da Palavra de Deus e de conversão, de preparação e de memorial do Baptismo, de reconciliação com Deus e com os irmãos, de recurso mais frequente às “armas da penitência cristã”: a oração, o jejum e a esmola.

Tempo do Perdão (história)


Junto à estação de uma grande cidade, todos os dias se reuniam muitas pessoas marginais, isto é, mais ou menos rejeitadas pela sociedade: drogados, ladrões, miseráveis. Eles reuniam-se ali para se animarem uns aos outros.

Chamava a atenção de quem passava por ali um jovem, todo sujo e de cabeleira comprida, que se movimentava no meio dos outros com ar de quem tem ainda alguma esperança.

Quando as coisas pareciam correr muito mal, esse jovem tirava do bolso um bilhetinho todo amachucado e lia-o. Depois dobrava-o e voltava a metê-lo no bolso.
Ás vezes, até o beijava. E assim, nesse mar de lamentos, sentia-se confortado.

O que estaria escrito nesse misterioso bilhetinho? Apenas seis pequenas palavras: "A porta pequena está sempre aberta"

Apenas isto. Era um bilhete que o pai lhe tinha enviado. Significava que seria perdoado a partir do momento em que voltasse para casa.
E uma noite fê-lo.
Encontrou a porta do jardim aberta. Subiu as escadas e deitou-se na cama.
Na manhã seguinte, quando acordou, junto ao leito estava o seu pai.
Abraçaram-se em silêncio.


Este conto faz-nos recordar a conhecida parábola do filho pródigo.
Este vive longe da casa do pai, o qual está ansioso por lhe dar o abraço da reconciliação e fazer uma grande festa.
A Quaresma é o tempo em que nós assumimos a nossa condição de pecadores e pedimos perdão a Deus.
Temos a garantia de que Ele tem a porta aberta e a mesa posta, esperando pelos que andam longe.


Cinza, jejum, abstinência que Deus quer

A Cinza que Deus quer…

• Que não te vanglories dos teus talentos, mas que com eles edifiques os outros.
• Que não te deprimas nem te acobardes, porque Deus é a tua vitória.
• Que aprecies o valor das coisas simples.
• Que optes mais pela qualidade do que quantidade.
• Que estejas sempre aberto à esperança.
• Que não tenhas medo da morte, porque é sempre Páscoa.

O Jejum que Deus quer…

• Que não faças gastos desnecessários.
• Que prefiras ser tu a passar privações, a ver o teu irmão em necessidade.
• Que ofereças o teu tempo a quem o pedir.
• Que prefiras servir a ser servido.
• Que tenhas fome e sede de justiça.
• Que vejas no pobre e no que sofre um sacramento de Cristo.

A Abstinência que Deus quer…

• Que te abstenhas de tanta televisão, DVD e internet.
• Que não sejas escravo de ninguém nem de nada.
• Que te abstenhas de qualquer violência.
• Que te abstenhas de palavras inúteis e aparvalhadas.
• Que te alimentes da Palavra de Deus.
• Que te alimentes com o Pão de Deus na Eucaristia.



...
Precisamos de Ti, Senhor, para escutar.
Precisamos de Ti, Senhor, para Te seguir.
Precisamos de Ti, Senhor, para mudar.
Precisamos de Ti, Senhor, para caminhar.
Precisamos e Ti, Senhor, para fazer a nossa Quaresma…
Precisamos de Ti, Senhor, porque o que é teu, sem Ti, é-nos impossível…


Graças sejam dadas a Deus que nos chama.
Graças sejam dadas aos que nos dizem para prestarmos um pouco de atenção a Deus.
Graças sejam dadas à voz que no nosso intimo nos sugere coisas novas.
Graças sejam dadas ao Espírito que não nos deixa cair na monotonia.



Fonte: Blog Amiga de Jesus

14 de novembro de 2016

O Tempo do Advento vivido na Família

Em casa, cada família colocará a Coroa do Advento num lugar apropriado, num local de encontro da família. Nas noites de Domingo a família se reúne e acende a vela correspondente à semana que se vai viver do Advento. Sugerimos o seguinte roteiro de celebração familiar:
1. Leitura: texto da semana (1a. 2a. 3a. 4a.)
2. Acender da vela
3. Bênção do Pai ou da Mãe* (ou quem seja responsável pela família)  
1ª Semana do AdventoO Profeta Isaías que prepara o povo do seu tempo – mil anos antes -, para a vinda do Messias. Ele chama a atenção do povo para a confiança e alegre esperança do encontro definitivo com Deus.
(Acender a 1ª vela)
(Rezar 1 Pai-Nosso... 3 Ave-Marias... Glória ao Pai...)
Oração: A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!
Bênção do Pai ou da Mãe:- Que Deus te abençoe e te guarde! - Amém
- Que Deus te ilumine com a luz da Sua face e te seja favorável. - Amém
- Que Deus te mostre o Seu rosto e te traga a paz. - Amém
- Que Deus te dê a saúde do corpo e da alma. – Amém
- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. – Amém
2ª Semana do AdventoOuvimos o alerta de João Batista: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo!” Devemos cultivar o desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e o compromisso de prepararmos o caminho do Senhor que virá. Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.
(Acender a 2ª vela)
(Rezar 1 Pai-Nosso... 3 Ave-Marias... Glória ao Pai...)
Oração: Fazei, Senhor, que do mesmo modo que estas velas nos iluminam, os valores do Vosso Reino, iluminem as nossas vidas para que alcancemos a Salvação que vem de vós.
Bênção do Pai ou da Mãe:- Que Deus te abençoe e te guarde! - Amém
- Que Deus te ilumine com a luz da Sua face e te seja favorável. - Amém
- Que Deus te mostre o Seu rosto e te traga a paz. - Amém
- Que Deus te dê a saúde do corpo e da alma. – Amém
- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. – Amém
3ª Semana do AdventoEstamos mais próximos do Natal e cheios de esperança em uma vida melhor. Temos a esperança a crepitar, nossa fé se reanima, é Jesus quem vai chegar. Ela une-se às outras para nos dar uma luz mais poderosa.
(Acender a 3ª vela)
(Rezar 1 Pai-Nosso... 3 Ave-Marias... Glória ao Pai...)
Oração: Despertai-nos, Senhor, do nosso sono e ajudai-nos para que a nossa presença na sociedade seja um sinal de que vens ao nosso encontro, quando fazemos possível que a justiça, a liberdade e a paz sejam as características da vida dos nossos irmãos e irmãs.
Bênção do Pai ou da Mãe:
- Que Deus te abençoe e te guarde! - Amém
- Que Deus te ilumine com a luz da Sua face e te seja favorável. - Amém
- Que Deus te mostre o Seu rosto e te traga a paz. - Amém
- Que Deus te dê a saúde do corpo e da alma. – Amém
- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. – Amém
4ª Semana do Advento "Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um Filho". A luz habita entre nós como o fez um dia, graças a uma mulher simples – Maria - que ouviu a palavra de Deus, que confiou n’Ele e o manifestou à humanidade.
(Acender a 4ª vela)
(Rezar 1 Pai-Nosso... 3 Ave-Marias... Glória ao Pai...)
Oração: O Natal está tão perto que quase o podemos tocar. A esperança está tão madura que é quase uma realidade. É aí, Senhor, entre a realidade e a esperança que queremos pôr os nossos corações como Maria, a Senhora Aparecida. Que tu os enchas de luz. Luz que reflete a tua presença no mundo.
Bênção do Pai ou da Mãe:- Que Deus te abençoe e te guarde! - Amém
- Que Deus te ilumine com a luz da Sua face e te seja favorável. - Amém
- Que Deus te mostre o Seu rosto e te traga a paz. - Amém
- Que Deus te dê a saúde do corpo e da alma. – Amém
- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. – Amém


 Deus, a grande luz! O Filho de Deus está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.

Fonte:http://www.a12.com/formacao/detalhes/subsidio-para-a-celebracao-do-advento-em-familia

11 de outubro de 2016

Conselhos do Papa Francisco para ir à Missa com crianças.


Choros ou gritos das crianças podem atrapalhar, mas a comunidade deve incentivar a participação de toda família


“Chata!” Respondi à minha avó quando me perguntou sobre o que eu havia achado da Missa. Na época, eu tinha uns seis anos. E olha que cresci em uma família católica, frequentando Missas e catequeses! Recordo que ir à Missa, muitas vezes, representava uma soneca durante a  homilia, pipocas doces e coloridas ou sorvete no fim. Confesso que minha participação não era exemplar, porém, creio que essa liberdade na participação foi ajudando a semear a fé em meu coração e em minha mente.
Conforme concluiu o Concílio Vaticano II, a Eucaristia é a fonte e ápice da vida cristã.  Conscientes da suma importância desse sacramento, muitos pais ficam preocupados se seus filhos estão participando da Missa de maneira adequada ou ainda se não estão atrapalhando as pessoas ao redor. Afinal, olhares de recriminação são rapidamente percebidos. Paciência e coragem! Vejam cinco conselhos do Papa Francisco para continuarmos indo à Missa com nossas crianças:

1. O que fazer quando a criança chora?


“O choro da criança é a voz de Deus, é a melhor oração”, afirma o Papa Francisco. Disse que, quando alguém fica incomodado ao ver uma criança chorando na igreja e pede para retirá-la, está apagando a voz de Deus. “As crianças choram, fazem barulho em todos os lugares. Mas nunca podemos expulsar as crianças que choram na igreja”, completa. Afinal, o pedido de Jesus é claro: “Deixem as crianças virem a mim”.

2. O que fazer quando a criança sentir fome?


“Amamente-os, não se preocupem”, ensina. Muitas mães ficam constrangidas diante da necessidade de alimentar seus filhos. “Vocês mães dão leite às suas crianças e, mesmo agora, se eles chorarem por estarem com fome, amamente-os, não se preocupem”, disse o Papa em uma celebração na Capela Sistina. Nesses momentos, rezem por tantas mães pobres do mundo que não conseguem alimentar sua família.

3. Como ensinar as crianças?

O Santo Padre recorda que tudo depende da atitude que temos para com as crianças. Francisco questiona se o que se ensina às crianças com as palavras é vivido por quem transmite a fé. “Com as palavras não serve… Hoje, as palavras não servem! Neste mundo da imagem, todos estes têm telefone e as palavras não servem… Exemplo! Exemplo!”, exorta o Papa.


4. Como deve ser a oração das crianças?


“Rezem ao Senhor, rezem à Nossa Senhora, para que ajudem vocês neste caminho da verdade e do amor. ‘Vocês entenderam? Vocês vieram aqui para ver Jesus, de acordo? Ou deixamos Jesus de lado?’ (As crianças respondem: ‘não!’). Agora, Jesus vem ao altar. E todos nós O veremos! Neste momento, devemos pedir a Ele que nos ensine a caminhar na verdade e no amor”, ensina Francisco.

5. Coração das crianças: lugar de oração


O Papa destaca ainda gestos muito delicados, como quando as mães ensinam os filhos pequenos a mandarem um beijo a Jesus ou a Nossa Senhora. Falo disso em meu livro ‘Papa Francisco às Famílias, os segredos para a conquista de um lar feliz’: “Quanta ternura há nisso! Naquele momento, o coração das crianças se transforma em lugar de oração. E é um dom do Espírito Santo. Não nos esqueçamos nunca de pedir este dom para cada um de nós, porque o Espírito de Deus tem aquele seu modo especial de dizer, nos nossos corações, ‘Abá’ – ‘Pai’. Ele nos ensina a dizermos “Pai” propriamente como o dizia Jesus, um modo que nunca poderemos encontrar sozinhos.”

Uma graça oferecida a todos

Não entendendo direito o significado do que está acontecendo, os pequenos têm dificuldade de ficar sentados e tranquilos durante uma hora (tempo que costuma durar uma celebração dominical). Choros ou gritos de crianças parecem interromper a sacralidade das funções. Criança é criança. Não teria sentido fingir uma participação, fazer caras e bocas, já que o significado da celebração se aprende com o tempo.
O que nos consola é saber que, na Missa, há uma graça comunitária e pessoal oferecida a todos. Na Eucaristia, o Espírito Santo transforma pão e vinho em Corpo e Sangue de Cristo, agindo na comunidade para torná-la Corpo no Senhor. Meus pais e avós conseguiram transmitir a mim a fé, minha maior herança. Agora, é minha vez de transmitir a fé ao meu filho e às novas gerações. Claro, não estou sozinho, conto com pessoas mais experientes como meus familiares e amigos de caminhada.
Fonte: Blog Canção Nova

Saiba a importância das crianças estarem na Igreja.

Existe uma importância de as crianças estarem na Igreja

Que olhar estamos dando às crianças? Elas são uma página em branco ou já estão tão “espertas” que parecem ter suas páginas já escritas?
Fato é que as crianças já não vêm como uma folha A4 totalmente em branco, mas também não vêm escritas. Talvez possamos dizer que elas chegam para nós como uma folha pautada e enumerada, esperando por alguém que as estimule a escrever a própria história.

Constituição biológica da criança

Segundo Wallon*, “o meio é um complemento indispensável ao ser vivo. Ele deverá corresponder às suas necessidades e aptidões sensório-motoras; depois, psicomotoras. Não é menos verdadeiro que a sociedade coloca o homem em presença de novos meios, necessidades e recursos que aumentam possibilidades de evolução e diferenciação individual. A constituição biológica da criança, ao nascer, não será a única lei de seu destino posterior. Seus efeitos podem ser amplamente transformados pelas circunstâncias de sua existência, da qual não se exclui sua possibilidade de escolha pessoal. Os meios em que vive a criança e aqueles com o qual ela sonha constituem a “forma” que molda sua pessoa.” (Wallon, 1975).

Comportamentos humanizados

Como é válido nos questionarmos sobre o que estamos oferecendo aos filhos, em qual enculturação os estamos introduzindo! Crianças inseridas em um ambiente cristão tendem a desenvolver comportamentos mais humanizados, como compaixão, companheirismo, solidariedade, disciplina, respeito, amor fraternal, reconhecimento dos limites, clareza do certo e errado e inúmeras outras características, pois acreditam no ser humano. Não o criticam e são capazes de amar mesmo quando são decepcionadas, e isso faz toda diferença para sua vida adulta.

Grande segredo

No entanto, sempre é válido ressaltar que a imposição de forma agressiva a uma vida comunitária (Igreja) pode gerar aversão a tais vivências e despertar comportamentos opositores aos mencionados anteriormente. Saber equilibrar e estimular a criança na medida certa é o grande segredo. Mas como saberemos isso? Participando com ela, pois só assim reconheceremos a resposta que ela tem dado a esse estímulo. Não adianta cobrar e não participar. Fiquemos atentos.
*Wallon foi um psiquiatra com grande influência na teoria do desenvolvimento infantil.
Fonte: Blog Canção Nova

Como incentivar as crianças a gostarem da Palavra de Deus?

Incentivar as crianças a gostarem da Palavra de Deus é um valioso investimento

As crianças são de grande importância para o Reino de Deus. É prazer de Deus, por intermédio do Seu Filho Jesus Cristo, alcançar o coração delas. Conduzi-las a ter um encontro pessoal com Jesus é um grande desafio, mas também a mais doce esperança de um mundo melhor. Não foi por acaso que Jesus ordenou que deixassem as crianças irem a Ele. O Senhor estava diante de cristãos em potencial. Ao proferir essas palavras, diz a Escritura que Ele estendeu as mãos sobre as crianças e as abençoou.
O ensino bíblico para crianças deve ser valorizado por todos que fazem parte da vida delas. Este, sim, é um valioso investimento! Não vai existir fase mais adequada – para que sejam construídos e reconstruídos os pilares para uma vida saudável e comprometida com o mundo – do que a infância.
A figura da criança é apresentada, na Bíblia, desde muito cedo. Moisés e João Batista são exemplos de apóstolos que eram comprometidos com o mundo espiritual desde que eram crianças. Moisés recebeu um chamado, João Batista foi batizado no Espírito enquanto sua mãe, Isabel, recebia a visita de Maria.
A Palavra de Deus nos ensina por onde e como conduzir os filhos a este encontro com Deus, preservando a criança dos valores passageiros, impostos por ensinamentos que vêm de outras palavras. Como a palavra proferida pelas novelas, pelos excessos de desenhos animados, pelos colegas da escola e, também, pelo livre acesso a certos conteúdos da internet. É preciso deixar claro que a Palavra à qual me refiro está na Sagrada Escritura. Portanto, os filhos deverão ter a oportunidade de conhecê-la com a decisão da família de ser ou não ser uma família cristã. E a partir disso promover ações possíveis em que seus filhos consigam se aproximar da leitura bíblica.
Será primeiramente pelo testemunho dos pais que os filhos vão se deixar seduzir pela Palavra do Senhor. É comum ver pais ensinarem aos filhos quem é o Papai do Céu e a pedirem a Sua bênção, contudo, o tempo passa e este ensinamento não evolui. É uma fé tipicamente folclórica. A criança não frequenta a igreja, nunca viu os pais lendo a Palavra, não experimenta fazer caridade desde a mais tenra idade, não cresce habituada a reconhecer os seus pecados (mesmo tão mínimos) e cresce longe do costume de orar pelas pessoas que estão ao seu redor, em sua cidade e no mundo.
Incentivar um filho a gostar de ler e viver a Palavra de Deus é, antes de tudo, habituá-lo ao ambiente que tenha sinais de Deus. A criança é muito inteligente para perceber quando a família fala e não vive. Principalmente, aquelas que dizem crer em Deus, mas não testemunham esta crença com atos concretos de fé.
Seria muito bom que, antes de dormir, as crianças ouvissem histórias bíblicas ou assistissem a DVDs sobre os milagres e o amor de Jesus. É importante escolher um lugar da casa em que seja possível colocar algo que sinalize que, naquele ambiente, os seus proprietários são cristãos. As visitas, os vizinhos e os familiares precisam saber e respeitar essa decisão. É fundamental também educar os filhos dentro dos ensinamentos do Evangelho, mostrando-lhes sempre, com as leituras, como Deus gostaria que eles crescessem em graça e sabedoria.
Mesmo tendo a religião e a espiritualidade como base familiar, é necessário cautela, prudência, informação e inteligência para que nada saia diferente do que se espera. Várias são as passagens bíblicas que confirmam este querer de Deus com relação aos nossos filhos. Deuteronômio 6:4-9; Marcos 10:13-16; Josué 4:1-9  são passagens bíblicas que causam nas crianças a curiosidade sobre o mundo espiritual.

Como incentivar as crianças a gostarem da Palavra de Deus?

Sendo pais que se lembrem do jeito de ser de Jesus! Caso contrário, os filhos terão aversão não só à Palavra como também a tudo que lembre o Divino. Em seguida, colocando em prática o que aqui foi proposto.
Os catequistas também precisam fazer uso de metodologias mais inovadoras e tecnológicas para esses ensinamentos ministrados nas paróquias. O sacerdote, por sua vez, ao perceber a presença de crianças nas Celebrações Eucarísticas, deverá referir-se a elas de forma especial, distante de uma linguagem complexa. Dentro desse contexto é muito bom ressaltar que nossa espiritualidade nos aproxima de Deus, com isso, contagiamos as pessoas que estão ao nosso redor sendo amáveis, dóceis e responsáveis com nossa família e com o mundo no qual estamos inseridos, usando uma linguagem decente e respeitosa. E demonstrando que queremos ser filhos de Deus amáveis e amados. Este será sempre um bom começo pra que os nossos rebentos possam entender a Palavra de Deus e gostar dela.
Fonte: Blog Canção Nova